ronda
tenho de ser meu próprio vigia sentado na cadeira de plástico. às vezes assoprando um cafezinho, sempre com as mãos para trás. nunca na defensiva, peito sempre aberto. essa não sou eu, é a história de um vigia.
tenho de ser meu próprio vigia sentado na cadeira de plástico. às vezes assoprando um cafezinho, sempre com as mãos para trás. nunca na defensiva, peito sempre aberto. essa não sou eu, é a história de um vigia.
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